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Programação - 7 de agosto de 2026

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8h – Início das atividades

Mimosa não se sente especial. Não sabe andar de bicicleta, nem fazer estrela, nem plantar bananeira, como as outras vacas. Mas, numa bela manhã, Mimosa vai descobrir uma coisa extraordinária! Inspirada no texto de Andy Cutbill.

Classificação: Livre.

E se o chapeuzinho de Chapeuzinho Vermelho não fosse vermelho? Em Chapeuzinhos coloridos, a heroína pode ser uma menina que sonha em ser famosa, outra que é uma destemida caçadora, ou ainda aquela que simplesmente adora comer — e cujo prato preferido é uma deliciosa bisteca de lobo. São chapeuzinhos únicas, divertidas e cheias de personalidade, que convidam o público a imaginar novos caminhos e a inventar sua própria maneira de seguir pela estrada afora. Inspirada no texto de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta.

Classificação: Livre.

Mimosa não se sente especial. Não sabe andar de bicicleta, nem fazer estrela, nem plantar bananeira, como as outras vacas. Mas, numa bela manhã, Mimosa vai descobrir uma coisa extraordinária! Inspirada no texto de Andy Cutbill.

Classificação: Livre.

E se o chapeuzinho de Chapeuzinho Vermelho não fosse vermelho? Em Chapeuzinhos coloridos, a heroína pode ser uma menina que sonha em ser famosa, outra que é uma destemida caçadora, ou ainda aquela que simplesmente adora comer — e cujo prato preferido é uma deliciosa bisteca de lobo. São chapeuzinhos únicas, divertidas e cheias de personalidade, que convidam o público a imaginar novos caminhos e a inventar sua própria maneira de seguir pela estrada afora. Inspirada no texto de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta.

Classificação: Livre.

Mediação de Eduardo Soares de Lara

O que os nossos hábitos mais banais (o celular na mesa do jantar, a obsessão por experiências exclusivas, a dificuldade de simplesmente não fazer nada) dizem sobre quem nós somos? Em “De tédio ninguém morre: pistas para entender os nossos tempos” (2024), Alcoforado estabelece elos entre culturas tão díspares como a brasileira e a coreana, a europeia e a indiana e vira a lente para uma sensação que a modernidade insiste em tratar como falha: o tédio. Mas e se o tédio for exatamente o que falta numa sociedade hiperconectada? Em “Coisa de rico” (2024), o alvo muda: o autor investiga a cultura dos endinheirados brasileiros, suas liturgias de consumo, seu estilo de vida, sua relação com a visibilidade e com a culpa. Juntos, os dois livros formam um retrato afiado e bem-humorado do Brasil e do mundo.

Doutor em antropologia social, Michel Alcoforado é autor de “De tédio ninguém morre: pistas para entender os nossos tempos” (2024) e “Coisa de rico” (2024, dentre outros. Fundador da consultoria Consumoteca. É palestrante, comentarista da CBN, host do podcast “É tudo culpa da cultura” e colunista de O Globo.
Classificação: a partir de 14 anos.

20h15min – Sessão de autógrafos de “De tédio ninguém morre: pistas para entender os nossos tempos” (2024) e “Coisa de rico” (2024), com Michel Alcoforado (São Paulo/SP), na Tenda dos livros
21h – Encerramento das atividades