Programação - 11 de agosto de 2026
Clique no evento e confira mais detalhesNeste trabalho a Cafuné põe em função da palavra elementos do teatro, das formas animadas e da narração oral para contar às crianças três histórias que tocam a todos de um jeitinho diferente: “Cabritos, Cabritões”, de Ollala González, “Clic e Cloc”, de Estelle Billon-Spagnol e “Entre Nuvens”, de André Neves.
Classificação: Livre.
Nesta contação, a Cafuné faz uma homenagem aos grandes contadores de histórias, revelando a riqueza presente nas coisas simples, num brinquedo antigo, num chapéu velho, no tricô da vó, nas cantigas de roda. Do fundo do baú, tiramos memórias, histórias de livros e histórias verdadeiras, acontecidas de fato ou não…vai saber.
Classificação: Livre.
Neste trabalho a Cafuné põe em função da palavra elementos do teatro, das formas animadas e da narração oral para contar às crianças três histórias que tocam a todos de um jeitinho diferente: “Cabritos, Cabritões”, de Ollala González, “Clic e Cloc”, de Estelle Billon-Spagnol e “Entre Nuvens”, de André Neves.
Classificação: Livre.
Nesta contação, a Cafuné faz uma homenagem aos grandes contadores de histórias, revelando a riqueza presente nas coisas simples, num brinquedo antigo, num chapéu velho, no tricô da vó, nas cantigas de roda. Do fundo do baú, tiramos memórias, histórias de livros e histórias verdadeiras, acontecidas de fato ou não…vai saber.
Classificação: Livre.
Mediação de Beto Shibata
Vivemos num tempo de excesso. Excesso de informação, de consumo. A cultura contemporânea transformou a visibilidade em valor supremo e o acúmulo em sinal de sucesso. Mas e se a saída for escolher ficar de fora?
André Carvalhal, um dos pensadores mais originais do Brasil na interseção entre moda, cultura e comportamento, propõe em seu livro mais recente, “A alegria de ficar de fora” (2026), que desacelerar e optar pela ausência estratégica pode ser o ato mais criativo do nosso tempo. O que significa exercitar a subtração numa era de maximização permanente? Como desaprender a lógica da performance sem abrir mão da presença? Qual é a diferença entre o isolamento como fuga e o recuo como escolha consciente? E de que forma esse pensamento ressoa nas práticas criativas: na moda, na arte, na curadoria, na vida cotidiana?
Entre o pessoal e o filosófico, entre o provocador e o generoso, essa conversa é um convite raro: o de parar, respirar e pensar sobre o que realmente vale a pena ocupar.
André Carvalhal é palestrante e professor de cursos de extensão e pós-graduação em Marketing e Branding no IED, ESPM e FGV. É autor dos bestsellers “A marca imita a vida” (2024), “A Moda Imita a Vida – Como construir uma marca de moda” (2022), e “Moda com Propósito – Manifesto pela grande virada” (2022), “Como salvar o futuro: Ações para o presente” (2020), dentre outros.
