Programação - 13 de agosto de 2026
Clique no evento e confira mais detalhesNeste trabalho a Cafuné põe em função da palavra elementos do teatro, das formas animadas e da narração oral para contar às crianças três histórias que tocam a todos de um jeitinho diferente: “Cabritos, Cabritões”, de Ollala González, “Clic e Cloc”, de Estelle Billon-Spagnol e “Entre Nuvens”, de André Neves.
Classificação: Livre.
Nesta contação, a Cafuné faz uma homenagem aos grandes contadores de histórias, revelando a riqueza presente nas coisas simples, num brinquedo antigo, num chapéu velho, no tricô da vó, nas cantigas de roda. Do fundo do baú, tiramos memórias, histórias de livros e histórias verdadeiras, acontecidas de fato ou não…vai saber.
Classificação: Livre.
Neste trabalho a Cafuné põe em função da palavra elementos do teatro, das formas animadas e da narração oral para contar às crianças três histórias que tocam a todos de um jeitinho diferente: “Cabritos, Cabritões”, de Ollala González, “Clic e Cloc”, de Estelle Billon-Spagnol e “Entre Nuvens”, de André Neves.
Classificação: Livre.
Nesta contação, a Cafuné faz uma homenagem aos grandes contadores de histórias, revelando a riqueza presente nas coisas simples, num brinquedo antigo, num chapéu velho, no tricô da vó, nas cantigas de roda. Do fundo do baú, tiramos memórias, histórias de livros e histórias verdadeiras, acontecidas de fato ou não…vai saber.
Classificação: Livre.
Mediação de Francine Murara
Psicanalista, pesquisadora e uma das vozes mais instigantes do pensamento contemporâneo no Brasil, Maria Homem propõe uma conversa que atravessa os modos como vivemos, amamos, trabalhamos e nos relacionamos com o tempo em que estamos inseridos. Em seus livros, ela debate os impasses emocionais do presente e sugere outras formas de existir, conviver e conduzir a vida coletiva.
Em seu trabalho mais recente, “Procura-se: Uma nova liderança para um novo tempo” (2026), constrói uma reflexão sobre as condições subjetivas e culturais que tornam possível o nascimento de outra forma de conduzir pessoas, equipes e instituições. Afinal, a liderança que marcou o século passado já não responde às urgências do presente. Em um cenário atravessado por transformações profundas no trabalho, nas relações, na vida afetiva, na política, emerge a necessidade de repensar não apenas como se lidera, mas por que se lidera e a serviço de quê. Entre esgotamento, crise de autoridade e excesso de performance, a figura do líder precisa deixar de ser a do controle para se tornar a da escuta, da travessia e da responsabilidade compartilhada.
Maria Homem é Psicanalista e Pesquisadora do Núcleo Diversitas FFLCH/USP e professora da FAAP. É Pós-graduada em Psicanálise e Estética pela Universidade de Paris VIII/Collège International de Philosophie e Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi professora visitante na Harvard University e palestrante no MIT, Boston Univ e Columbia (NY) e colunista da Folha. Autora de “Lupa da alma” (2020), “Coisa de menina?” (2019), “No limiar do silêncio e da letra” (2012), entre outros.
