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Programação - 8 de agosto de 2026

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10h – Início das atividades

Mimosa não se sente especial. Não sabe andar de bicicleta, nem fazer estrela, nem plantar bananeira, como as outras vacas. Mas, numa bela manhã, Mimosa vai descobrir uma coisa extraordinária! Inspirada no texto de Andy Cutbill.

Classificação: Livre.

Apresenta, em linguagem poética e delicada, a jornada de uma pequena lagartixa, guardiã de uma misteriosa caixinha de segredos no encantado Jardim das Margaridas. A partir dessa personagem misteriosa e sensível, o público é convidado a refletir sobre o amor, a convivência e os laços que nascem entre aqueles que compartilham o mesmo espaço — e, muitas vezes, os mesmos sentimentos. Inspirada no texto de: Lecticia Dansa e Salmo Dansa.

Classificação: Livre.

E se o chapeuzinho de Chapeuzinho Vermelho não fosse vermelho? Em Chapeuzinhos coloridos, a heroína pode ser uma menina que sonha em ser famosa, outra que é uma destemida caçadora, ou ainda aquela que simplesmente adora comer — e cujo prato preferido é uma deliciosa bisteca de lobo. São chapeuzinhos únicas, divertidas e cheias de personalidade, que convidam o público a imaginar novos caminhos e a inventar sua própria maneira de seguir pela estrada afora. Inspirada no texto de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta.

Classificação: Livre.

Em um país sem nome, vazio de casas, escolas, igrejas, bibliotecas e livros, onde o idioma tinha um vocabulário reduzido a termos de trabalho apenas, havia um enorme dragão ignorante que escravizava as pessoas e as obrigava a satisfazerem as suas mais absurdas vontades. Até que um dia o curioso e valente menino Miguel resolveu enfrentar o monstro com um “artefato” muito poderoso: o conhecimento.

Atuação: Samuel Paes de Luna e Thiago Becker
Texto e concepção: Samuel Paes de Luna
Direção e Figurino: Samuel Paes de Luna e Thiago Becker
Letras e Músicas: Samuel Paes de Luna e Thiago Becker
Classificação: Livre

Mediação de Luan Koroll

A relação entre escrita, pertencimento e território a partir de histórias individuais e narrativas que atravessam Santa Catarina. Vanessa nasceu no oeste catarinense, mas constrói sua trajetória em São Paulo; Rogério veio do Pará e escolheu viver em SC; já Luciana e Viegas nasceram e continuam construindo suas vidas dentro do estado. A partir dessas experiências, a conversa explora de que forma a ideia de “mapa” (fronteiras, identidades, narrativas regionais) dialoga com o “território” real que cada autor/a habita.

Vanessa Vascouto é dramaturga, romancista, poeta e atriz. Autora dos romances “Terra dentro” (2021), eleito um dos melhores livros do século XXI por pesquisadores do GEPECCA, e “Água fria e Areia” (2018). Rogério Tancredo é Mestre em Estudos Literários na área da estética da recepção pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e autor de “Pontas soltas tardes de neblina”(2023), semifinalista do prêmio Oceanos, e “Estilingue a dois” (2025), dentre outros. Luciana Bastos Siebert é artista visual, escritora e curadora. É idealizadora da Galeria Útero e do Centro de Estudos Contemporâneos LOTE 84. Autora de “Uma Flor de Pertúrbia” (2026).Viegas Fernandes da Costa é Professor do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e Doutorando no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. Autor de “Carnaval dos Justiceiros” (2024), “Houve dias de humanidade em mim” (2024), “Coliseu tropical” (2021) e “Sob a Sombra da Tabacaria” (2015), entre outros.

Classificação: a partir de 14 anos.

Apresenta, em linguagem poética e delicada, a jornada de uma pequena lagartixa, guardiã de uma misteriosa caixinha de segredos no encantado Jardim das Margaridas. A partir dessa personagem misteriosa e sensível, o público é convidado a refletir sobre o amor, a convivência e os laços que nascem entre aqueles que compartilham o mesmo espaço — e, muitas vezes, os mesmos sentimentos. Inspirada no texto de: Lecticia Dansa e Salmo Dansa.

Classificação: Livre.

Mediação de Vanessa Vascouto

Em “O filho eterno”, Tezza transformou a experiência real de criar um filho com Síndrome de Down em um dos romances mais corajosos da literatura brasileira contemporânea, uma obra sobre o choque entre o filho imaginado e o filho real, entre o narcisismo paterno e a rendição ao amor incondicional. Em “Visita ao Pai”, o vetor se inverte: agora é o filho adulto quem visita o pai falecido precocemente, e a relação entre os dois homens revela camadas de afeto não dito, de tempo perdido e de reconhecimento tardio.

Juntos, os dois livros formam um díptico involuntário sobre os vínculos que nos definem, e sobre como a literatura é, muitas vezes, o único lugar onde conseguimos dizer o que a vida não nos deixou falar.

Cristovão Tezza é um dos escritores brasileiros mais premiados, e entre seus romances mais celebrados estão “Trapo” (1988), “O fotógrafo” (2004), “O filho eterno” (2007), “O professor” (2014), “A tirania do amor” (2018), “A tensão superficial do tempo” (2020) e o recente “Visita ao pai” (2026).

Classificação: a partir de 14 anos.

18h15min – Sessão de autógrafos com Cristovão Tezza na Tenda dos Livros

Debate e lançamento da coletânea com a poeta Mar Becker e com o curador Fernando Boppré: com distribuição gratuita de 50 exemplares da coletânea com textos inéditos de 25 poetas que participaram da residência literária nas Bibliotecas do Sesc-SC.

Mar Becker nasceu em Passo Fundo (RS) e vive em São Paulo. Graduou-se em Filosofia pela Universidade de Passo Fundo e se especializou em Epistemologia e Metafísica pela Universidade Federal da Fronteira Sul. Em 2026, recebeu o Prêmio APCA na categoria Poesia, pelo livro “Noite devorada”. É autora de “A mulher submersa” (2020) e “Sal” (2022), que foram reunidos em Portugal no volume “Canção derruída” (2023). Foi finalista do prêmio Jabuti com seu primeiro livro e recebeu os prêmios Minuano e da Associação Gaúcha de Escritores. Fernando Boppré é coordenador editorial da Editora Humana e livreiro da Humana Sebo e Livraria. Bacharel, licenciado e Mestre em História Cultural (UFSC). Autor de “Poço Certo” (2020), “Sándor Lénárd no fim do mundo” (2022) e “Termas da desolação” (2024).

Classificação: a partir de 12 anos.

20h – Encerramento das atividades